novembro 04, 2007


Tempo pra mim

Um tempinho sem escrever, pra recarregar as baterias. Na verdade, para gastar as baterias. Li e escrevi muito – mas só trabalho. Na hora de cuidar do pessoal, bate a preguiça e tudo fica para depois. É aquela velha história: casa de ferreiro, espeto de pau...

Virei a página, finalmente. Deixei a revista. Vinha pensando e anunciando isso há algum tempo, mas faltava a coragem pra encarar a coisa de frente e assumir a atitude necessária. Agora foi: saí da revista. E o mais engraçado: nunca na vida pensei que iria assinar alguma publicação como editora. A única vez que exerci o cargo, de fato, foi na internet do JT, muitos anos atrás. Mas internet não tem nome e nem tem cara. Passou batido. Na revista, era editora-executiva. E saía lá, escrito com todas as letras, todos os meses. Agora, não mais. Com isso, descubro que não tenho o menor interesse em me promover. Se tivesse, só esse detalhe me prenderia. No balanço decisivo, os contras eram bem mais pesados que os prós. Aliás, a coluna dos prós ficou curtinha, curtinha...

Agora, bola pra frente. Vamos dar uma sacudida, procurar novas coisas. Ganhei mais tempo para mim e para minhas coisinhas. Já estava me dando angústia não conseguir terminar as cortinas da casa do filho. Hoje, se tudo correr bem, termino. E já tenho um projeto para os presentes de Natal. Não conto pra ninguém me cobrar se não conseguir terminar ou se bater a vontade de outra coisa. Vai ser um monte de mesma coisa, mas diferentes. Mas, se eu conseguir, vou me sentir vitoriosa.

Alguns projetos estão rolando e espero que venham outros. Não tenho medo do trabalho, só não quero que ele tome conta de tudo na minha vida.

Coisas de jardim
Acho que não é igual ao da foto, mas tenho um botão de hibisco amarelo que deve abrir entre hoje e amanhã. Quando comprei as mudas, tinha a foto no site, mas não lembro mais. O jardineiro, aquele imbecil surdo (ele é imbecil porque é surdo ou é surdo porque é imbecil?), arrancou as tiras de identificação que eu tinha deixado, para não esquecer o nome das bichinhas... Agora, estou na maior expectativa...

E tem a flor de outubro, não aquela parente da flor de maio, mas prima da dama da noite. Está com dois botões em ponto de abrir e outro que ainda vai demorar um pouco. Como a dama da noite, ela abre por um dia. Vermelha – rubra, melhor dizendo. Já floriu uma única vez, no ano passado, uma única flor. Este ano está mais pródiga...

E o jasmim, que desembestou, se enroscou na árvore e chegou no telhado? Agora está florindo lá em cima, longe da vista e do nariz da gente... Pelo pouco que dá pra ver, ele está dando cachos enormes de flores.

Esse jardim só me dá alegrias!

2 comentários:

Márcia disse...

realmente o seu jardim é lindo...
beijocas e desculpe passar aí e fazer a limpa!!! hehehehe
:-)

Flavs disse...

Eita, largou a revista! Coisas melhores virão!
Não vou cansar de agradecer pelo churras!!!
Beijos